- 1ª geração: 2 elementos (a minha avó e o meu avô);
- 2ª geração: 4 elementos (os meus pais e os meus tios em 1ºgrau);
- 3ª geração: 5 elementos (eu, os meus irmãos e os meus primos).
Podemos observar que aqueles que apresentam as covinhas na face são 4 elementos: eu, um dos meus irmãos, a minha mãe e o meu avô.
Uma vez que as covinhas na face são de carácter dominante, todos aqueles que não apresentam as covas na face têm genótipo dd - homozigóticos recessivos.
Os 4 elementos que apresentam covas na face são descendentes de indivíduos: um progenitor é homozigótico recessivo (dd) e o outro? O que será?
Já sabemos que o outro progenitor não pode ser homozigótico recessivo, pois manifesta a característica em estudo. Então... será ele homozigótico dominante (DD)? Vamos analisar a questão:
- Uma pessoa que apresenta covas na face é filha de um individuo que não apresenta covas na face e de outro que apresenta;
- O único tipo de gâmetas que o indivíduo homozigótico recessivo possui é d;
- Há duas possibilidades para o outro indivíduo: ou é homozigótico dominante (DD), ou heterozigótico (Dd).
Imaginemos que o individuo era homozigótico dominante (DD). Produzia gâmetas do tipo D e ao cruzar-se com o outro individuo (dd), iria obter-se algo como:

- Isto significa que 100% da descendência teria de ter covas na face, o que, na realidade, não acontece.
- Isto significa que haveria 50% de hipóteses do 1º filho ser homozigótico recessivo (dd), ou heterozigótico (Dd), apresentando, então, as covas na face.
Conclusão:
- Todos aqueles que não apresentam covinhas na cara são homozigóticos recessivos (dd);
- Todos aqueles que apresentam covinhas na cara são heterozigóticos (Dd).


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